O.A. Ramos - “A Revelação Verdadeira” (Italian translation)

Portuguese

“A Revelação Verdadeira”

Eu estou em busca das palavras precisas
Para descrever-te. Nem sei quem eu sou
E por que eu sou . . . é por isso que torturas,
Complicas, destróis, e anulas tudo que tenho.
Porque nem sei o que eu tenho. E por isso,
Não posso defender-me de ti, espadachim
Elegante. O ar airosa que tu tens elude-me
E envolve-me à mesma vez. Eu não posso
Descrever o teu cenho cifrado. Detrás dessa
Imagem imaculada tu olhas-me com raiva.
Tu és uma emoção errada, uma identidade
Irracional, o zumbido zonzo de uma vespa
Venenosa. Dá-ma! A verdade. Não dês-me
As cinzas asfixiantes do porvir! Não quero
Essa poeira pragmática da história. Dá-me
A raiva do vulcão violento. Quero investigar
A existência como é. Não sês exigências
Ou artifícios ou luas de prata não vistas.
Revela a tua forma e não importa se eu
Morrer da plenipotência da tua divindade
Porque vale a pena! Vale a pena! Vale . . .
Obrigado por iluminar-me. Completar-me.
Simplificar-me. Salvar-me. Eu jamais terei
Medo ou fome ou dor. Tenho-te na minha
Mão . . . no meu peito . . . nos passos da
Minha infância . . . És a verdade. A verdade
É fatalista. A verdade está na morte . . .
E agora que eu falo da verdade . . . A morte está
Aqui . . .
 
Submitted by O.A. Ramos on Fri, 04/08/2017 - 20:39
Last edited by O.A. Ramos on Thu, 10/08/2017 - 19:50
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O português não é o meu idioma natal; actualmente é a minha terça língua. Por isso, se vocês tiverem sugestões para a rectificação do meu trabalho original, avisem-me. Muito obrigado. Please don't post my writings on other sites without my explicit permission beforehand. I just would like to know where it my intellectual property is going.

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Italian translation

La vera rivelazione

Sono in cerca delle parole precise
Per descriverti. Neanch’io so chi sono.
E perché sono . . . è perciò che tu torturi,
Complichi, distruggi e annienti tutto ciò che ho.
Perché neanch’io so quel che ho. E perciò,
Non posso difendermi da te, spadaccino
Elegante. L’aria garbata che hai mi sfugge
E ad un tempo m’attrae. Io non posso
Descrivere il tuo volto enigmatico. Dietro quella
Tua immagine immacolata tu mi guardi con rabbia.
Tu sei una falsa emozione, un’identità
Irrazionale, lo sciocco ronzio d’una vespa
Velenosa. Dammela! La verità. Non darmi
Le ceneri soffocanti del futuro! Non voglio
La polvere pragmatica della storia. Dammi
La rabbia del vulcano violento. Voglio indagare
L’esistenza com’è. Non reclamare pretese
O artifici o invisibili lune d’argento.
Rivela la tua forma e non importa se io
Morirò per l’onnipotenza della tua divinità
Perché ne vale la pena! Ne vale la pena! Vale . . .
Grazie per avermi illuminato. Completato.
Semplificato. Salvato. Mai più avrò
Paura o fame o dolore. Ti tengo nella mia
Mano . . . nel mio cuore . . . nei passi della
Mia infanzia . . . Sei la verità. La verità
È fatalista. La verità sta nella morte . . .
Ed ora che io parlo di verità . . . La morte è
Qui . . .
 
Submitted by Manuela Colombo on Sun, 06/08/2017 - 14:59
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Traduzione fatta da Manuela Colombo. Chi volesse riutilizzarla, è pregato di chiederne prima l’autorizzazione e di citare sempre il mio nome come autore.
Tradução feita por Manuela Colombo. Caso você queira reutilizá-la, por favor peça por permissão antes e sempre cite meu nome como o do autor.

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