O.A. Ramos - “O Xadrezista” (Italian translation)

Portuguese

“O Xadrezista”

Ele é como um tio. Ele é um rapaz e um homem. Ele é o xadrezista.
Não conheci a hipocrisia em políticos. Em vez conheci este anarquista . . .
Um anarquista que sabe como proteger o seu rei com a força estadista
Da sua rainha. Ele não acredita na esquerda ou no direito. Ele é imigrante
E ele é pai mas ele não tem pátria nem amor. Ele não é um herói militante
E nem tem ideologia sofisticada. Ele não tem casa. Ele tem uma certeza vagante:
Não sabendo sempre vivendo chorando vendo suando. Espanhol ou inglês?
Não fala. Ele move a mão e mata o meu peão com determinação de camponês.
Ele não é cidadão mas ele domina a minha cidade. - Senhor, espero que tu dês
Este moço pobrezinho uma chance - Eu peço-lhe para um pouquinho da humanidade
Mas ele já esqueceu a sua piedade. Ele não tem alma quando ele joga. A impulsividade
Cega da concorrência oca usurpa o seu ódio pela ordem e ele torna-se em municipalidade
Dos seus instintos famintos. Mas esta hipocrisia é bela . . . A hipocrisia é o facto, de facto . . .
A poesia mais triste que existe . . .
 
Submitted by O.A. Ramos on Mon, 31/07/2017 - 22:14
Last edited by O.A. Ramos on Thu, 10/08/2017 - 19:56
Submitter's comments:

O português não é o meu idioma natal; actualmente é a minha terça língua. Por isso, se vocês tiverem sugestões para a rectificação do meu trabalho original, avisem-me. Muito obrigado. Please don't post my writings on other sites without my explicit permission beforehand. I just would like to know where it my intellectual property is going.

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Italian translation

Lo scacchista

Lui è come uno zio. È ragazzo ed è uomo. Lui è lo scacchista.
Non ho conosciuto l’ipocrisia nei politici. Ho conosciuto invece questo anarchico . . .
Un anarchico che sa come proteggere il suo re con l’abilità strategica
Della sua regina. Lui non crede nella destra o nella sinistra. Lui è immigrante
Ed è padre ma non ha patria né amore. Lui non è un eroe militante
E non ha un’ideologia sofisticata. Lui non ha casa. Lui ha una vaga certezza,
Non sapendo vivere sempre piangendo guardando sudando. Spagnolo o inglese?
Non parla. Lui muove la mano e uccide il mio pedone con la fermezza d’un contadino.
Lui non è cittadino ma domina la mia città. - Signore, spero che tu dia
A questo povero ragazzino una chance - Io gli chiedo un po’ di umanità
Ma lui ha già dimenticato la sua pietà. Non ha anima quando gioca.
La cieca impulsività d’un vuoto spirito competitivo usurpa il suo odio per l’ordine e in lui prevalgono
I suoi istinti famelici. Ma questa ipocrisia è bella . . .
L’ipocrisia è il fatto, de facto . . .
La poesia più triste che esiste . . .
 
Submitted by Manuela Colombo on Tue, 01/08/2017 - 15:16
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