Tiziano Ferro - Il bimbo dentro (Portuguese translation)

Italian

Il bimbo dentro

Che fine ho fatto io?
Col viso più rotondo ma mai pallido
Meno sicuro ma
Più forte a volte per la grande umiltà
Che dormivo sui banchi di scuola
Non trattenevo mai i nodi alla gola
Che di lottare a volte ero stanco
Ma per pensare avevo sempre tempo
E ora no
 
Adesso
Ti guardo assente e dico:
"Tu non entri, tu dentro di me non entri
Ora non più, non mi ferisci più!"
Che stringo a tutti i costi i denti
E pur di non scoprirmi mi tiro
Indietro un po', si, e ancora un po'
 
Luna, ascoltami
Se da quell'angolo
Di altitudine
Ne sai di più di me
Ora stringimi
Non voglio perdermi
Ma ora non trovo più
Il bimbo dentro me
Il bimbo dentro me
 
Che fine hai fatto anche tu?
Cos'è? Sei stanca ormai di dirmelo
Che non ci sono più?
Tu che conosci con sincera umiltà
La versione integrale di me
Che custodisci gelosa i "perché"
Prova a ridarmi quell'assurda ironia
La voglia matta di andare via
Ma tornare a casa
 
Ma ora ti guardo assente
E dico:
"Tu non entri! Tu dentro di me non entri più!
Non mi ferisci più!"
E tu oramai neanche ti ribelli
Non discuti e ti rassegni
Aiutami
Ti prego
 
Luna, ascoltami
Se da quell'angolo
Di altitudine
Ne sai di più di me
 
Scavalca i ponti tra mente e cuore
La soglia estrema del dolore
L'orgoglio ed il suo mare immenso
Per far capire che ci penso
Che soffro per amore intenso
Che gioco ancora con il vento
Ma non trovo più il bimbo dentro
 
Che rido ancora senza un senso
E navigo distratto e attento
Ingenuo ma con la testa
O tutto o niente... O sempre o basta!
E che sono qui per ritrovarmi...
 
E chiedo aiuto a te
Per ritrovarmi...
Per ritrovarmi...
 
Last edited by Alma Barroca on Mon, 16/10/2017 - 22:44
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Portuguese translation

A Criança Interior

Que fim eu levei?
Meu rosto está mais redondo, mas nunca pálido
Menos certo, mas
Mais forte às vezes, pela grande humildade
Porque dormia nos bancos da escola
Nunca prendia os nós na garganta
Porque às vezes eu ficava cansado de lutar
Mas sempre tinha tempo para pensar
E agora não
 
Agora
Vejo você ausente e digo
"Não entre, não entre em mim
Não mais, você não me fere mais!"
Porque cerro os dentes a todos os custos
E para não me descobrir, me esquivo
Um pouco para trás, sim, e mais um pouco
 
Lua, me ouça
Se daquele canto
Da atitude
Você sabe mais que eu
Agora me segure
Não quero me perder
Mas agora não encontro mais
A criança interior
A criança interior
 
Que fim você levou?
O que está acontecendo? Você está cansada de me dizer
Que não estou mais por perto?
Você, que conhece com sincera humildade
A versão integral de mim
Que protege, ciumenta, os 'por quês'
Tente me devolver aquela ironia absurda
O desejo louco de ir embora
Mas voltando para casa
 
Agora vejo você ausente
E digo
"Não entre, você não entra mais em mim!
Você não me fere mais!"
E você agora nem se rebela
Você não discute e cede
Me ajude
Te imploro
 
Lua, me ouça
Se daquele canto
Da atitude
Você sabe mais que eu
 
Atravessa as pontes entre mente e coração
O limite extremo de dor
O orgulho e seu mar imenso
Para fazer entender que penso nisso
Que sofro por um amor intenso
Que ainda brinco com o vento
Mas não encontro mais a criança interior
 
Que rio de novo, sem sentido
E navego, distraído e atento
Ingênuo, mas usando a cabeça
Ou tudo ou não... Ou sempre ou chega!
E que estou aqui para me redescobrir...
 
E te peço ajuda
Para me redescobrir...
Para me redescobrir...
 
Translation done by Alma Barroca. In case you want to reprint it, please ask for permission first and always cite my name as its author. /
Tradução feita por Alma Barroca. Caso você queira reutilizá-la, por favor peça por permissão antes e sempre cite meu nome como o do autor.
Submitted by Alma Barroca on Mon, 16/10/2017 - 23:49
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