Luis Aranha - O aeroplane (Italian translation)

Portuguese

O aeroplane

Quisera ser ás para voar bem alto
 
Sobre a cidade de meu berço!
Bem mais alto que os lamentos bronze
Das catedrais catalépticas;
Muito rente do azul quase a sumir no céu
Longe da casaria que diminui
Longe, bem longe deste chão de asfalto...
 
Eu quisera pairar sobre a cidade!...
 
O motor cantaria
No anfiteatro azul apainelado
 
A sua roncante sinfonia....
Oh! voar sem pousar no espaço que se estira
Meu, só meu;
Atravessando os ventos assombrados
Pela minha ousadia de subir
Até onde só eles atingiram!...
 
Girar no alto
E em rápida descida
Cair em torvelinhos
Como ave ferida...
 
Dar cambalhotas repentinas
Loopings fantásticos
Saltos mortais
Como um atleta elástico de aço
 
O ranger rascante do motor...
No anfiteatro com painéis de nuvens
Tambor...
 
Se um dia
O meu corpo escapasse do aeroplano,
Eu abriria os braços com ardor
Para o mergulho azul na tarde transparente...
Como seria semelhante
A um anjo de corpo desfraldado
Asas abertas, precipitado
Sobre a terra distante...
 
Riscando o céu na minha queda brusca
Rápida e precisa,
Cortando o ar em êxtase no espaço
Meu corpo cantaria
Sibilando
A sinfonia da velocidade
E eu tombaria
Entre os braço abertos na cidade...
Ser aviador para voar bem alto!
 
Submitted by Guernes on Mon, 15/01/2018 - 19:54
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Italian translation

L'aeroplano

Vorrei essere un asso per volar su in alto
 
Sopra la città dove son nato!
Ben più in alto dei gemiti bronzei
Delle cattedrali catalettiche;
Molto vicino al blu quasi fin dentro al cielo
Lontano dalle case che si riducono
Lontano, ben lontano da questo suolo d’asfalto…
 
Io vorrei fluttuare sopra la città!…
 
Il motore si metterebbe a cantare
Nell’anfiteatro rivestito di blu
 
La sua rombante sinfonia…
Oh! Volare senza scalo nello spazio che si stira
Mio, solo mio;
Attraversando i venti spaventati
Dalla mia audacia nel salire lassù
Fin dove loro soltanto sono mai arrivati!…
 
Volteggiare in alto
Poi in rapida discesa
Cadere avvitandosi
Come uccello ferito…
 
Fare capriole repentine
Looping fantastici
Salti mortali
Come un atleta elastico d’acciaio
 
Lo stridore penetrante del motore…
Nell’anfiteatro rivestito di nuvole
Tamburi…
 
Se un giorno
Il mio corpo sfuggisse all’aeroplano
Io aprirei le braccia con ardore
Per tuffarmi nel blu della sera trasparente…
Come assomiglierei
A un angelo dal corpo liberato
Ali aperte, precipitato
Verso la terra distante!…
 
Graffiando il cielo nella mia caduta brusca
Rapida e precisa,
Fendendo l’aria nell’estasi dello spazio
Il mio corpo canterebbe
Sibilando
La sinfonia della velocità
Ed io cadrei
Tra le braccia aperte della città…
Essere aviatore per volar su in alto !
 
Submitted by Manuela Colombo on Tue, 16/01/2018 - 21:38
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Traduzione fatta da Manuela Colombo. Chi volesse riutilizzarla, è pregato di chiederne prima l’autorizzazione e di citare sempre il mio nome come autore.
Tradução feita por Manuela Colombo. Caso você queira reutilizá-la, por favor peça por permissão antes e sempre cite meu nome como o do autor.

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