Encenação (Maskarada)

Encenação

O ser humano se acostuma a tudo
E certamente eu irei
Se deus quiser, se deus quiser

E fingir
Que isso não me fere
Quando você me afasta
Para ao menos guardar
O que pode ser guardado

Não te pergunto com quem
Você passa toda noite
E por que não dormimos como antes
Não deixar o ódio vencer
E quebrar tudo
Quando você chega da casa dela, de manhã

Bem vindos, meus amigos
A nossa modesta encenação
Vocês têm convites
Na cidade é melhor
Abram o champanhe
Vamos nos embriagar
E tirarmos nossas roupas
E ainda assim permanecerão nossas máscaras

E fingir
Que não te escuto
Quando você me diz algo ruim
Para ao menos guardar
O que pode ser guardado

Não amaldiçoar o dia
Em que te disse “sim”
Aos teus filhos a quem dei à luz
E curtir com todo mundo
Não ficar nervosa
Por te ver com outra mulher

Kűldve: Luiz Dorea Csütörtök, 25/08/2011 - 00:19
Eredeti:
Szerb

Maskarada

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