Mário de Sá-Carneiro - A queda

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পর্তুগীজ
A A

A queda

E eu que sou o rei de toda esta incoerência,
Eu próprio turbilhão, anseio por fixá-la
E giro até partir...Mas tudo me resvala
Em bruma e sonolência.
 
Se acaso em minhas mãos fica um pedaço de oiro,
Volve-se logo falso...ao longe o arremesso...
Eu morro de desdém em frente dum tesoiro,
Morro à míngua, de excesso.
 
Alteio-me na cor à força de quebranto,
Estendo os braços de alma - e nem um espasmo venço!...
Peneiro-me na sombra - em nada me condenso...
Agonias de luz eu vibro ainda entanto.
 
Não me pude vencer, mas posso-me esmagar,
- Vencer às vezes é o mesmo que tombar -
E como inda sou luz, num grande retrocesso,
Em raivas ideais ascendo até ao fim:
Olho do alto o gelo, ao gelo me arremesso...
 
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
 
Tombei...
 
E fico só esmagado sobre mim!...
 
GavriloGavrilo দ্বারা বুধ, 12/06/2019 - 01:35 তারিখ সাবমিটার করা হয়
ধন্যবাদ!

 

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Mário de Sá-Carneiro: সেরা 3
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