O.A. Ramos - “Am. Amen!” (Portuguese translation)

English

“Am. Amen!”

Embroidered, entangled, and engendered into thine ethereal essence
Lifteth and parteth an immense joy of pursuit that invadeth with a fluorescence
Ornamented and orbed in the omnipotent dew of loving life that is worth the second
Spent in cold callous controversy that bringeth us, adventurers, closer to death’s mawe.
How hath the starry steeple destined me? How have my frivolous fates been reckoned
Within thee, Mother Truth? The sleuth’s silent suffering is to seek thee out in a land of law
That defieth thine own being whole, hollowed, in merity . . . Wherefore have the godheads
In the majestic magnificence mangled the minds of men such? I spread the seeds on the bed
Of rosy, glazen-eyed doubt and prepare myself for what methinks shall be the fruitless wait
Of hope for thee and thy sweet suffocating smiling poison. The truth that thou art the great
Art that ‘scapeth me in every elegant turn. Airy and wide thou wendest free while I may merely
Pretend that I have some peace to defend. On the ramparts of my prescripted fall I eerily
Make my stand. Art thou plural?. Art thou infinite within me contradictory? Visages of confusion
To raze my empire of antiquated certainty. Aye. You are. And to ye, enraptured cryptic delusion,
I have been enthralled wickedly to the aged perpetuity of your selfish smoke. How it arc’th in my
Earliest perplex complications. I never whiffed a puff of that putrefying smoke but it annihilateth
My whole soul with the sole goal of careless conquest and dominion over what sleepeth in sky.
Sky of my desires and of funeral pyres and hateful fires and my native spires. How you inspire.
Under the force that is in thee, individual concrete callous fact, I am driven to endlessly perspire
As a madman with the certainty of water only to meet thy brother fire? Why must you, children,
Leave my soul here to expire? I hear ye in the soporific swelling of a swallow or weeping wren
And am led to pursue some sense of strange zen. Methinks I cannot love ye all with isonomy
And thusly I scoop up my scattered shards of shrapnel soul and set them on one heteronomy.
The heteronomy of me as it may be. So may I be as it should. For all, I have . . . Am. Amen!
 
Submitted by O.A. Ramos on Mon, 14/08/2017 - 22:33
Last edited by O.A. Ramos on Thu, 17/08/2017 - 18:25
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Portuguese translation

"Ám. Ámen!"

Bordado, enredado e engendrado em sua essência etéria,
Ele ergue e separa um imenso gozo da procura que invade com uma ornamentada e esférica fluorescência
Na serenidade onipotente da amorosa vida que vale o segundo
Que foi gasto na controvérsia insensível ao frio que ele tinha nos trazido, como aventureiros, mais perto da morte de maué.
Como o fulgido campanário destinou-me? Como os meus inocentes destinos foram revelados
Dentro de ti, Mãe da Verdade? O sofrimento do silencio de beleguim é para procurar-te rigidamente na terra da lei
Que desafia toda a tua existência como, ironicamente, um mérito . . . Por conseguinte, a dividade
Majestosamente magnificente calandrou os pensamentos dum homem assim? Espalho as sementes na cama
Onde o vento até bate na minha face toda zonza e me preparo para qualquer pensamento que fielmente tornará um infrutífero atraso
Por ti e teu doce venenoso sorriso que sufoca. A verdade é que és
A ótima arte que me faz escapar em toda elegante vez. Etereamente e abertamente, tornaste livre enquanto eu meramente posso
Fingir que tenho paz para defender. Sobre as muralhas de minha queda já prescrita onde
Tenho o orgulho de assumir. Estás em monte? És infinto dentro de mim contraditoriamente? Visões confusas
Para demolir meu império a partir da certeza antiquada. É. Estás fazendo isso. E para ti, encantado e misterioso delírio,
Fiquei todo cauteloso e perverso com a velha e egoísta fumaça de primeiro colocado de ti. Deve ter sido assim que isso se deu em minhas
Mais novas e perplexas complicações. Nunca se quer cheirei um pouco dessa fumaça apodrecedora, porém esta aniquilou
Minha alma toda com o único objetivo de conquistar com domínio e descuido aquilo que dorme no céu.
Céu de meus desejos e de piras funerárias e incêndios ásperos e minhas torres nativas. Como inspiras.
Sob a força que está em ti, um fato concreto e sólido, sou conduzido a transpirar infinitamente
Como um louco que tem conhecimento da água que apenas gostaria de encontrar o seu irmão de fogo? Por que vós deveis, crianças,
Deixar a minha alma aqui expirando? Ouvi-vos fazendo uma canção de passarinhos que causa sono.
E fui conduzido a obter um pouco de conhecimento da estranha seita budista. Parece que não posso amar todos vós com igualdade
E, assim, carrego meus fragmentos dispersos de alma com estilhaços que são colocados numa heteronomia.
Esta heteronomia minha assim será. Logo posso ser como eu devo ser. E por tudo que tenho . . . Ám. Ámen!
 
Submitted by Thalyson Teixeira on Fri, 06/10/2017 - 02:51
Added in reply to request by O.A. Ramos
Last edited by Thalyson Teixeira on Tue, 06/03/2018 - 13:57
Author's comments:

Changes on 13th/02/2018 (day/month/year).

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Comments
O.A. Ramos    Fri, 06/10/2017 - 15:32

Muito obrigado! Eu sei que isso não foi fácil de traduzir Regular smile

Thalyson Teixeira    Sat, 07/10/2017 - 10:23

Eu fiz algumas correções no dia 7 de outubro. Sem problemas!

Thalyson Teixeira    Tue, 13/02/2018 - 05:12

Changes on 13th/02/2018 (day/month/year).

I only revised some of ambiguous Portuguese phrases of that text.