Ninsoare de adio (Portugál translation)

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Román

Ninsoare de adio

1. Aseara cand ne desparteam, aseara
Tot mai era un pic de primavara
Si-acum arunca ochii pe fereastra
A viscolit pe despartirea noastra
Distanta s-a-nmultit cu alb de moarte
Departe s-a facut foarte departe
Si ninge intre noi ninsoare mare
Ninsoare de sfarsit de calendare
 
R: Si ochii nu mai au ce sa mai vada
Doar urme de jivine prin zapada
De ocna-i viscolul ce-mi arde rana
Si-ascult de sub zapezi siciliana
 
2. Si vor veni dezastre de tot felul
Precum m-anunta trist violoncelul
Si harpa, si pianul ma omoara
Reverberandu-mi fulgii de afara
Mai latra undeva de frig un caine
Dar tu ce faci in ziua fara maine
De fapt, de ce te-ntreb, cand eu din mine
Mi-am interzis sa stiu de-i rau sau bine
 
3. Si a venit ninsoarea alb-albastru
Sa parafeze totul cu dezastru
Sa iasa lupii, agentii foamei sure
Din fiecare palcuri de padure
Sa vina prin orase mari dihanii
Si caii aburind sa traga sanii
Si posta, in aceste vremuri stranii
Sa-ntarzie cu lunile si anii
 
R: Sa vezi si tu ce strigat tragic este
Sa nu mai dai de tine nici o veste
Pe ochi am doar cand ninge praf de raza
Si drumurile noastre se blocheaza
Nici nu mai stiu de-i noapte sau e ziua
E doar ninsoarea noastra de adio
 
Kűldve: ruscornelica Vasárnap, 30/10/2016 - 07:30
Last edited by ruscornelica on Vasárnap, 04/11/2018 - 08:58
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Portugál translation

Neve de adeus

1. Ontem à noite, quando nos separámos, ontem à noite
Ainda era tudo um pouco de Primavera
E agora olha para a janela
Aperece o nevão da nossa separação
A distância multiplica-se com o branco da morte
O longe tornou-se muito longe
E neva entre nós um mar de neve
Uma neve de fim de calendário
 
R: E os olhos não têm mais para ver
Apenas restos de vida na neve
De olhar para o nevão me arde a ferida
E escuto sob a neve a siciliana
 
2. E virá um desastre de todo o tipo
Como me anuncia o triste violoncelo
E a harpa, e o piano me matam
Reverberando em mim os flocos lá de fora
Ainda ladra de frio algures um cão
Mas que fazes tu hoje sem o amanhã
De facto, porque te pergunto, quando o faço
Estou interdito de distinguir o mal do bem
 
3. E vem uma neve branca-azulada
Para cobrir tudo com desastre
Para saírem os lobos, agentes da fome cinzenta
Dos cantos da floresta
Para virem pelas cidades grandes monstros
E cavalos fumegantes que tragam os trenós
E o correio, nestes tempos estranhos
Se atrasa com os meses e anos
 
R: Para veres quão trágico este choro é
Não ter mais nenhumas notícias de ti
Nos olhos quando neva tenho apenas pó de luz solar
E as nossas estradas se bloqueiam
Não distingo mais a noito do dia
É apenas a nossa neve de adeus
 
Kűldve: galineu Szombat, 17/11/2018 - 22:28
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